Museu Etnográfico da Madeira

 
O Museu Etnográfico da Madeira está situado numa propriedade que pertencia, nos inícios do século XVII, ao Convento de Santa Clara do Funchal. Em 1853, José Maria Barreto, último administrador do vínculo de São José, converteu o arruinado solar numa unidade industrial, tendo para o efeito constituído uma sociedade com Jorge de Oliveira.

Em 1862 foi ali montado um engenho de moer cana-de-açúcar, de tração animal, e um alambique de destilação de aguardente.

O Governo Regional da Madeira decidiu instalar o Museu Etnográfico da Madeira no antigo engenho de aguardente da Ribeira Brava, onde foi inaugurado em 15 de junho de 1996.

Projetado pelo arquiteto João Francisco Caíres, o museu tem como vocação a investigação, documentação, conservação e promoção da cultura e etnografia madeirenses. O seu acervo integra coleções que abrangem variados aspetos sociais, económicos e culturais do arquipélago da Madeira.

A área de exposição permanente encontra-se organizada por temas: atividades produtivas (pesca, ciclos produtivos do vinho, dos cereais e do linho), transportes, unidades domésticas (cozinha e quarto de dormir) e comércio tradicional (mercearia).